Dracena, Sexta - 23 de Agosto de 2019

Pai torturou e matou bebê de dois meses e diz que ficou irritado com choro da filha

Pai contou que mordia, dava tapas e socos quase que diariamente na menina, que morreu.

 

 

Por: Da Redação | Com informações do G1 
Matheus Just foi preso, acusado de tortura seguida de morte (Reprodução/Facebook).Matheus Just foi preso, acusado de tortura seguida de morte (Reprodução/Facebook).

Um rapaz de 18 anos foi preso e confessor ter torturado e matado a própria filha, uma bebê de dois meses. O caso foi em Itatiba, município da Região Metropolitana de Campinas. Segundo o G1, o pai disse que cometeu a agressão após se irritar com o choro da criança.

A bebê deu entrada na Santa Casa de Itatiba na noite da última quarta-feira, com sinais de tortura, como hematomas de mordidas, apertões, quedas, asfixias e algumas fraturas pelo corpo. A criança não resistiu e morreu.

Diante das evidências de maus-tratos, a Santa Casa entrou em contato com a Polícia Militar, que iniciou a apuração. Em contato com o pai, Matheus Justo de Souza, ele apresentou versões controversas, o que ampliou a desconfiança da polícia. Depois, ele confessou o crime.

À PM – segundo o G1 – o rapaz declarou que se irritava com o barulho do choro da criança. Disse ainda que, algumas vezes, quando brigava com a companheira, de 17 anos, também descontava na criança. (Continua após a publicidade...)

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O pai disse à polícia que as agressões à criança eram rotineiras, diariamente, como mordidas, tapas e socos. Ele nunca foi denunciado pela companheira.

A mãe da criança teve a identidade preservada. Ela chegou a ser apreendida e depois foi liberada aos cuidados dos pais. Em depoimento à polícia, à adolescente disse que também era agredida pelo companheiro. Eles se conheceram há cerca de um ano e moravam juntos.

De acordo com o G1, o rapaz declarou à polícia que é usuário de drogas e ficava nervoso em situações adversas. Ele foi preso em flagrante sob acusação de tortura e seguida de morte, e está preso no Centro de Triagem de Campo Limpo Paulista. Ele passou por audiência de custódia na quinta-feira (7) e teve a prisão em flagrante convertida em preventiva. Sua pena pode chegar a 16 anos de prisão. Sigamais.Adamantina

 

 

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